O seu sorriso ainda vai ser meu.
Ele te irrita, né? O cara com mais defeitos que você já conheceu, faz tudo errado. Só sabe implicar contigo e é o dia todo nessa troca de críticas. Você fica brava, mas depois ri, porque ele é tão bobo. E você sabe que adora essa coisa de vocês se elogiarem ao contrário, teus “Seu idiota” são uma declaração, acha que me engana? Aí você sorri, desarmada, depois de alguma gracinha dele e quando percebe ele tá olhando fixo, quase hipnotizado. Ele disfarça e solta o tradicional “Chata”, que não engana mais ninguém. Interessante o amor fantasiado de ódio, não acha? Fica mais bonito, mais feliz, menos monótono. Quando as coisas começam a desandar e você precisa de um colo, é pra ele que você corre, eu sei. E ele te abraça forte, te ver assim tão frágil é uma tortura. E te provoca só pra você sorrir outra vez, daquele jeito lindo e não é que era disso que você precisava? Ele nunca sabe o que tem que fazer, mas sempre acaba fazendo tudo certo, da forma mais torta possível. Você ama tudo isso, essa falta de jeito, não adianta negar, já era. Seu amigo, seu idiota, seu. Te irrita, né? É tudo que você tem a dizer? Entendi, depois me conta o fim dessa sua história de amor.
[…] era um anjo, não possuía asas, mas a protegia com se fosse um.
(Source: minhavidasemseuamor, via sentimentosdeumpensador)
(via t-iredheart)
Hoje organizei meus sonhos em seqüência e prioridades. Descartei amores duvidosos,amores feitos de promessas,camuflados sob o manto do amanhã que nunca acontece por medo, covardia, comodismo, insegurança ou… sei lá.
Não quero mais enigmas que devoram minhas expectativas,nem a face enrugada da tristeza refletida no meu espelho. Quero recriar a canção da minha vida em notas de alegria e resgatar o projeto original da menina que era feliz e sabia.
Hoje eu disse adeus às promessas construídas em séries, e abandonei as utopias feitas em cerâmica que trincaram. Não mais emprestarei minha alma a moldes disformes, nem usarei as lágrimas para umedecer o barro sem arte.”